Luis Cardoso – Bastidores da notícia
Parentes de Sarney agem como cupins na folha do município com o menor IDH no Maranhão
Por Luís Cardoso 24-08-2010 às 16:06 Política
36 comentários
Bia Aroso ladeada pelo deputado Sarney Filho e o senador José Sarney
Depois da descoberta de irmãos, sobrinhos e genro dos filhos pendurados nos cabides ocultos do Senado Federal, o presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, foi obrigado a jogar toda a parentalha no olho da rua.
Afortunados, não dispensavam nem mesmo salários de R$ 2 mil das contratações secretas (aquelas que Sarney não mandava publicar no Diário Oficial do Senado). Restou provado ao país que ganhar em cargos públicos é um hábito rotineiro da família.
Agora, a folha de pagamento da Prefeitura de Paço do Lumiar (leia abaixo a folha) exibe mais parentes de Sarney agindo como cupins em um dos municípios com o menor IDH do Maranhão.
Corroem a miserável folha de Paço do Lumiar, Ana Maria Costa Bastos, com R$ 4.680,00, irmã de Sarney, Marcelo Sarney Costa Lobão, com R$ 2.590,00 mensais, filho do ex-secretário de Saúde, Marivaldo Lobão, casado com Josélia Sarney, irmã do presidente do Senado Federal, além de Karla da Costa Bastos, filha de Ana Maria Costa Bastos, com R$ 3.240,00, sobrinha de Sarney.
Para complementar a “ajuda” aos familiares do senador, Ilka Furtado da Costa Sarney, com R$ 2.240,00, filha de Evandro Sarney, irmão do presidente do Congresso Nacional.
A folha que inclui apenas os parentes da prefeita Bia Aroso, a parentalha de Sarney, os familiares do ex-prefeito de Paço do Lumiar, Mábenes Fonseca, empresários, socialites, atinge a cifra de R$ R$ 321.285,00. Uma folha que nunca atrasa. O blog publicou com exclusividade.
Enquanto isso, a maioria dos funcionários da Prefeitura de Paço do Lumiar recebe mísero salário e, na maioria das vezes, com atraso.
A nata da família da prefeita Bia Aroso embolsa os melhores salários. Ela como prefeita percebe R$ 12.384,00 mensais, o segundo maior do Maranhão.
O ex-marido Amadeu da Cunha Santos Aroso leva para casa todos mês R$ 8.090,00. O filho, como não poderia ficar de fora, ganha a mesma quantia do pai: R$ 8.090,00.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Hoje o brasileiro ideal é o brasileiro vagabundo.!!!!
É muito claro e objetivo o que deseja o PT....Quer passar 24 anos no poder...8 de Lula, mais 8 de Dilma e depois mais 8 de Lula, o Brasil não suportaria isso....toda a corja continua unida no PT, as pessoas decentes saíram, ficaram apenas as raposas velhas....Jose Dirceu, Lula, Berzoini, Dilma.
Estaremos entrando numa era de corrupção nunca vista antes neste país. O Brasil estará sendo usurpado, a matilha tomando conta do galinheiro, Jose Dirceu continua dando ordem por baixo do pano, o que será deste país no final desses 24 anos???????
Quem hoje pede voto para Dilma???? exatamente quem eles execraram a vida inteira...SARNEY, vou repetir SARNEY, COLLOR, aquele mesmo que disse que Lula mandou a mulher abortar, Jader Barbalho, e toda ala podre do PMDB
Você que paga imposto, você que trabalha, qual foi o beneficio que você teve???? Hoje o brasileiro ideal é o brasileiro vagabundo....sabe porque??? por que o vagabundo recebe bolsa familia, recebe vale gás, viva luz, e todas as bolsas misérias possíveis.
Onde estava Dilma quando Serra foi exilado????
Você sabia que Dilma é proibida de entrar nos EUA???? sabe porque??? por que sequestrou embaixador americano!!!!!!!!!! sim terrorista e sequestradora.
Dilma será o PITTA do LULA, Lembram do PITTA??? aquele mesmo que Maluf disse que botava a mão no fogo, aquele mesmo que Maluf disse que seria o melhor prefeito que Sao Paulo ja teve......o resultado todos sabem
DILMA não é LULA.....
Estaremos entrando numa era de corrupção nunca vista antes neste país. O Brasil estará sendo usurpado, a matilha tomando conta do galinheiro, Jose Dirceu continua dando ordem por baixo do pano, o que será deste país no final desses 24 anos???????
Quem hoje pede voto para Dilma???? exatamente quem eles execraram a vida inteira...SARNEY, vou repetir SARNEY, COLLOR, aquele mesmo que disse que Lula mandou a mulher abortar, Jader Barbalho, e toda ala podre do PMDB
Você que paga imposto, você que trabalha, qual foi o beneficio que você teve???? Hoje o brasileiro ideal é o brasileiro vagabundo....sabe porque??? por que o vagabundo recebe bolsa familia, recebe vale gás, viva luz, e todas as bolsas misérias possíveis.
Onde estava Dilma quando Serra foi exilado????
Você sabia que Dilma é proibida de entrar nos EUA???? sabe porque??? por que sequestrou embaixador americano!!!!!!!!!! sim terrorista e sequestradora.
Dilma será o PITTA do LULA, Lembram do PITTA??? aquele mesmo que Maluf disse que botava a mão no fogo, aquele mesmo que Maluf disse que seria o melhor prefeito que Sao Paulo ja teve......o resultado todos sabem
DILMA não é LULA.....
SERRA PRECISA VIRAR MARIO COVAS!!!!!!!!!
O candidato da oposição precisa rever Mário Covas e reler os discursos de José Serra
Por orientação dos marqueteiros, o governador Mário Covas atravessou a primeira etapa da campanha de 1998 como se disputasse não a reeleição, mas o cargo de gerente da maior empresa paulista. Chegou ao segundo turno menos de 100 mil votos à frente de Marta Suplicy e mais de 1,5 milhão atrás de Paulo Maluf. O susto despertou o líder vocacional, Covas assumiu imediatamente o comando das próprias ações e, no debate seguinte, surpreendeu o adversário pronto para mais comparações numéricas com o discurso essencialmente político.
A mudança foi explicitada na mensagem final de dois minutos. “Eu quero discutir programas, sim”, ressalvou. “A Bandeirantes colocou quatro jornalistas justamente para tratar sobre temas como educação, saúde, segurança etc. Mas eu acho que o telespectador quer ver discussão de caráter. Quer comparar os candidatos a governador do ponto de vista do caráter de cada um, da história de cada um, dos compromissos de cada um, do que cada um fez ao longo de sua vida política”.
Veemente, seguro, altivo, Covas recordou que lutara pela ressurreição da democracia assassinada pelo regime que teve em Maluf um filhote e um cúmplice. Contou que dias antes, ao topar com uma foto do comício das diretas-já em São Paulo, havia tentado inutilmente localizar o opositor no meio da multidão. “Maluf não estava lá porque aquilo tudo era contra ele, contra o que ele representa”, fustigou. Era o começo do nocaute, avisa o vídeo que mostra a fala de Covas e o desconcerto de Maluf acuado no canto do ringue.
No segundo turno, com mais de 9,8 milhões de votos, Covas superou Maluf por quase 2 milhões. “O caráter fez a diferença”, entendeu o vitorioso. O ex-governador José Serra precisa rever o histórico confronto de 1998. Decerto compreenderá que o duelo que trava com Dilma Rousseff é, como toda eleição, uma disputa política. E precisa reler com urgência o que ele próprio afirmou ao despedir-se do Palácio dos Bandeirantes.
“Os governos, como as pessoas, têm caráter”, disse Serra em 31 de março de 2010. “Caráter é índole. Ele se expressa na maneira de ser e de agir. E este é um governo de caráter, que manteve a sua coerência: nem cedeu à demagogia, às soluções fáceis e erradas para problemas difíceis, nem se deixou pautar por particularismos e mesquinharias”. Deveria ter repetido tais palavras na abertura do horário eleitoral gratuito.
“Os governos, como as pessoas, têm de ter honra”, alertou no mesmo discurso. “E assim falo não apenas porque aqui não se cultivam escândalos, malfeitos, roubalheira. Mas também porque nunca incentivamos o silêncio da cumplicidade e da conivência com o malfeito”. Como a usina de imoralidades administrada pelo governo Lula funciona em tempo integral, Serra poderia repetir esse trecho todos os dias. Neste momento, por exemplo, pode usá-lo para resumir o que acha das mais recentes bandallheiras estreladas pela Famiglia Sarney.
Também deveria ter reprisado tais palavras para responder à pergunta sobre o escândalo do mensalão no Jornal Nacional. Dado o recado, não custaria ensinar aos inquisidores que houve um erro de destinatário: quem deve explicações sobre escândalos produzidos, dirigidos e protagonizados pelo PT, pelo Planalto e por pajés do PMDB é a candidata do PT, do Planalto e dos pajés do PMDB.
“No nosso governo, deputados não nomeiam diretores de empresa ou secretários. No nosso governo, deputados ajudaram a estabelecer as prioridades para o desenvolvimento do estado e o bem-estar das pessoas”, disse Serra em março. “O governo deve servir ao povo, não a partidos e a corporações que não representam o interesse público”, sublinhou em 10 de abril, no discurso de lançamento da candidatura. Isso sim é discurso de oposicionista.
Caso Serra se recuse a fazer oposição, Dilma Rousseff continuará a mentir impunemente ─ e, como fez no programa de estreia, a exibir fotos de manifestações de protesto das quais não participou. Nesta terça-feira, reincidiu na farsa da Passeata dos Cem Mil. Serra não compareceu à Cinelândia porque estava no exílio. Dilma, militante de uma organização decidida a trocar a ditadura militar pela ditadura comunista, não foi por achar aquilo tudo coisa de estudante pequeno-burguês. O programa do PT também mostrou imagens da campanha das diretas-já. Serra compareceu a todos os comícios. Dilma não foi vista em nenhum.
O candidato do PSDB sabe o que deve fazer. Basta rever Mário Covas e reler José Serra.
Por orientação dos marqueteiros, o governador Mário Covas atravessou a primeira etapa da campanha de 1998 como se disputasse não a reeleição, mas o cargo de gerente da maior empresa paulista. Chegou ao segundo turno menos de 100 mil votos à frente de Marta Suplicy e mais de 1,5 milhão atrás de Paulo Maluf. O susto despertou o líder vocacional, Covas assumiu imediatamente o comando das próprias ações e, no debate seguinte, surpreendeu o adversário pronto para mais comparações numéricas com o discurso essencialmente político.
A mudança foi explicitada na mensagem final de dois minutos. “Eu quero discutir programas, sim”, ressalvou. “A Bandeirantes colocou quatro jornalistas justamente para tratar sobre temas como educação, saúde, segurança etc. Mas eu acho que o telespectador quer ver discussão de caráter. Quer comparar os candidatos a governador do ponto de vista do caráter de cada um, da história de cada um, dos compromissos de cada um, do que cada um fez ao longo de sua vida política”.
Veemente, seguro, altivo, Covas recordou que lutara pela ressurreição da democracia assassinada pelo regime que teve em Maluf um filhote e um cúmplice. Contou que dias antes, ao topar com uma foto do comício das diretas-já em São Paulo, havia tentado inutilmente localizar o opositor no meio da multidão. “Maluf não estava lá porque aquilo tudo era contra ele, contra o que ele representa”, fustigou. Era o começo do nocaute, avisa o vídeo que mostra a fala de Covas e o desconcerto de Maluf acuado no canto do ringue.
No segundo turno, com mais de 9,8 milhões de votos, Covas superou Maluf por quase 2 milhões. “O caráter fez a diferença”, entendeu o vitorioso. O ex-governador José Serra precisa rever o histórico confronto de 1998. Decerto compreenderá que o duelo que trava com Dilma Rousseff é, como toda eleição, uma disputa política. E precisa reler com urgência o que ele próprio afirmou ao despedir-se do Palácio dos Bandeirantes.
“Os governos, como as pessoas, têm caráter”, disse Serra em 31 de março de 2010. “Caráter é índole. Ele se expressa na maneira de ser e de agir. E este é um governo de caráter, que manteve a sua coerência: nem cedeu à demagogia, às soluções fáceis e erradas para problemas difíceis, nem se deixou pautar por particularismos e mesquinharias”. Deveria ter repetido tais palavras na abertura do horário eleitoral gratuito.
“Os governos, como as pessoas, têm de ter honra”, alertou no mesmo discurso. “E assim falo não apenas porque aqui não se cultivam escândalos, malfeitos, roubalheira. Mas também porque nunca incentivamos o silêncio da cumplicidade e da conivência com o malfeito”. Como a usina de imoralidades administrada pelo governo Lula funciona em tempo integral, Serra poderia repetir esse trecho todos os dias. Neste momento, por exemplo, pode usá-lo para resumir o que acha das mais recentes bandallheiras estreladas pela Famiglia Sarney.
Também deveria ter reprisado tais palavras para responder à pergunta sobre o escândalo do mensalão no Jornal Nacional. Dado o recado, não custaria ensinar aos inquisidores que houve um erro de destinatário: quem deve explicações sobre escândalos produzidos, dirigidos e protagonizados pelo PT, pelo Planalto e por pajés do PMDB é a candidata do PT, do Planalto e dos pajés do PMDB.
“No nosso governo, deputados não nomeiam diretores de empresa ou secretários. No nosso governo, deputados ajudaram a estabelecer as prioridades para o desenvolvimento do estado e o bem-estar das pessoas”, disse Serra em março. “O governo deve servir ao povo, não a partidos e a corporações que não representam o interesse público”, sublinhou em 10 de abril, no discurso de lançamento da candidatura. Isso sim é discurso de oposicionista.
Caso Serra se recuse a fazer oposição, Dilma Rousseff continuará a mentir impunemente ─ e, como fez no programa de estreia, a exibir fotos de manifestações de protesto das quais não participou. Nesta terça-feira, reincidiu na farsa da Passeata dos Cem Mil. Serra não compareceu à Cinelândia porque estava no exílio. Dilma, militante de uma organização decidida a trocar a ditadura militar pela ditadura comunista, não foi por achar aquilo tudo coisa de estudante pequeno-burguês. O programa do PT também mostrou imagens da campanha das diretas-já. Serra compareceu a todos os comícios. Dilma não foi vista em nenhum.
O candidato do PSDB sabe o que deve fazer. Basta rever Mário Covas e reler José Serra.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
“Roseana esconde que é Sarney, mas o povo não esquece”
“Roseana esconde que é Sarney, mas o povo não esquece”, diz Zé Reinaldo
Publicado em 17 de agosto de 2010 por John Cutrim
O candidato a Senador pelo Maranhão, José Reinaldo Tavares (PSB), criticou a postura adotada pela governadora Roseana que retirou o nome Sarney do material de campanha. A supressão do sobrenome faz parte da estratégia de campanha do publicitário Duda Mendonça, que vê nele sinônimo de rejeição junto ao eleitorado maranhense. Para Zé Reinaldo, mesmo com a retirada do nome, a impressão de atraso no estado ocasionado pela família não é superada.
“Será que alguém tem vergonha do seu próprio sobrenome, do nome de sua família?”, questionou o ex-governador do Maranhão à platéia de Zé Doca durante comício realizado na cidade, no último final de semana. “Eu não tenho. O sobrenome da minha mãe é Carneiro e do meu pai é Tavares. E tenho orgulho deles”, enfatizou.
Nas propagandas da candidata do PMDB, ao lado do nome ‘Roseana’ aparece a palavra governadora com o número do partido. A idéia é não associar a imagem dela ao patriarca José Sarney, que representa a política oligárquica do estado dos últimos 40 anos e foi alvo de vários escândalos e denúncias recentemente.
“Roseana esconde que é Sarney, mas o povo não esquece. Ela está usando apenas o primeiro nome porque Sarney é visto como o causador do atraso no Maranhão. Mas ela é da família, filha dele e não pode fugir do nome dela”, considerou Zé Reinaldo.
Ainda no discurso, Zé Reinaldo defendeu a melhoria social no estado. Nas eleições de outubro, disse ser importante eleger quem tem compromisso de lutar pela população maranhense. “O retrato do Maranhão são as filas enfrentadas por quem quer receber benefícios, escolas que não funcionam e hospitais sem médicos. Vamos modificar isso elegendo uma pessoa que tenha compromisso com o povo, o Flávio Dino”, disse, defendendo a candidatura a governador do estado.
Publicado em 17 de agosto de 2010 por John Cutrim
O candidato a Senador pelo Maranhão, José Reinaldo Tavares (PSB), criticou a postura adotada pela governadora Roseana que retirou o nome Sarney do material de campanha. A supressão do sobrenome faz parte da estratégia de campanha do publicitário Duda Mendonça, que vê nele sinônimo de rejeição junto ao eleitorado maranhense. Para Zé Reinaldo, mesmo com a retirada do nome, a impressão de atraso no estado ocasionado pela família não é superada.
“Será que alguém tem vergonha do seu próprio sobrenome, do nome de sua família?”, questionou o ex-governador do Maranhão à platéia de Zé Doca durante comício realizado na cidade, no último final de semana. “Eu não tenho. O sobrenome da minha mãe é Carneiro e do meu pai é Tavares. E tenho orgulho deles”, enfatizou.
Nas propagandas da candidata do PMDB, ao lado do nome ‘Roseana’ aparece a palavra governadora com o número do partido. A idéia é não associar a imagem dela ao patriarca José Sarney, que representa a política oligárquica do estado dos últimos 40 anos e foi alvo de vários escândalos e denúncias recentemente.
“Roseana esconde que é Sarney, mas o povo não esquece. Ela está usando apenas o primeiro nome porque Sarney é visto como o causador do atraso no Maranhão. Mas ela é da família, filha dele e não pode fugir do nome dela”, considerou Zé Reinaldo.
Ainda no discurso, Zé Reinaldo defendeu a melhoria social no estado. Nas eleições de outubro, disse ser importante eleger quem tem compromisso de lutar pela população maranhense. “O retrato do Maranhão são as filas enfrentadas por quem quer receber benefícios, escolas que não funcionam e hospitais sem médicos. Vamos modificar isso elegendo uma pessoa que tenha compromisso com o povo, o Flávio Dino”, disse, defendendo a candidatura a governador do estado.
Roseana dá ‘piti’ em produtores de Duda Mendonça contratados para fazer seu programa eleitoral
Publicado em 17 de agosto de 2010 por John Cutrim
As coisas não andam bem mesmo na campanha de Roseana. A mais nova crise no bunker roseanista está instalada na produtora que grava as inserções para o horário eleitoral. Editores do publicitário Duda Mendonça não vem se entendendo com os profissionais locais contratados para trabalhar na produção dos programas da governadora.
O motivo é uma série de erros que vem sendo cometidos pelos ‘estrangeiros’ por conta de desconhecerem a realidade local. Imagens tendo que ser gravadas e regravadas várias vezes, falhas na captação das falas dos candidatos, problemas na gravação dos programas foram o estopim das discussões.
Dia desses Roseana foi realizar gravações para o horário eleitoral e não gostou nada do que viu. Reclamou da desorganização, do amadorismo e da falta de estrutura. Lá mesmo ela soltou os cachorros para cima da turma, a esculhambação foi geral, nem o Câmera Man escapou da crise de histeria da filha de Sarney . Roseana chegou a desabafar que fosse o seu desejo, a VCR era que estava cuidando da parte de propaganda da sua campanha.
A produtora de Duda Mendonça em São Luís funciona no prédio da Record News, de propriedade de Sérgio Salomão, Superintendente de Marketing da Secom do Estado. O aluguel mensal do espaço custa algo em torno de R$ 500 mil reais. A maioria dos equipamentos também são alugados de agências da cidade.
Por conta dos atritos, três editores serão demitidos ainda esta semana e serão substituídos por profissionais vindos de São Paulo. E não são somente esses que foram alijados, o secretário de Comunicação licenciado do Governo do Estado Sérgio Macêdo, que foi rifado por Duda, faz um trabalho paralelo na campanha, assim como Ricardo Murad.
As coisas não andam bem mesmo na campanha de Roseana. A mais nova crise no bunker roseanista está instalada na produtora que grava as inserções para o horário eleitoral. Editores do publicitário Duda Mendonça não vem se entendendo com os profissionais locais contratados para trabalhar na produção dos programas da governadora.
O motivo é uma série de erros que vem sendo cometidos pelos ‘estrangeiros’ por conta de desconhecerem a realidade local. Imagens tendo que ser gravadas e regravadas várias vezes, falhas na captação das falas dos candidatos, problemas na gravação dos programas foram o estopim das discussões.
Dia desses Roseana foi realizar gravações para o horário eleitoral e não gostou nada do que viu. Reclamou da desorganização, do amadorismo e da falta de estrutura. Lá mesmo ela soltou os cachorros para cima da turma, a esculhambação foi geral, nem o Câmera Man escapou da crise de histeria da filha de Sarney . Roseana chegou a desabafar que fosse o seu desejo, a VCR era que estava cuidando da parte de propaganda da sua campanha.
A produtora de Duda Mendonça em São Luís funciona no prédio da Record News, de propriedade de Sérgio Salomão, Superintendente de Marketing da Secom do Estado. O aluguel mensal do espaço custa algo em torno de R$ 500 mil reais. A maioria dos equipamentos também são alugados de agências da cidade.
Por conta dos atritos, três editores serão demitidos ainda esta semana e serão substituídos por profissionais vindos de São Paulo. E não são somente esses que foram alijados, o secretário de Comunicação licenciado do Governo do Estado Sérgio Macêdo, que foi rifado por Duda, faz um trabalho paralelo na campanha, assim como Ricardo Murad.
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